Estação da Luz

Blog de Marketing e Tecnologia

10 Benefícios do Marketing Digital para Pequenas Empresas

Se ainda é dos acham que o Marketing Digital não é importante… Pense de novo!

No ano que passou, os gastos com publicidade na Internet ultrapassaram a publicidade em televisão. A publicidade tradicional já não tem tanto poder num mundo onde o marketing digital multi-canal está a aumentar em até 137%, suportado por um aumento ainda mais incrível de 500% para as marcas que utilizam múltiplos canais de marketing digital.

Então se o marketing digital é tão abrangente e pode ajudar negéocios tão diferentes como clínicas veterinárias em Braga, ou empresas de limpeza Porto, a pergunta que se impõe é: Mas afinal, o que é que causou este este aumento no uso de Marketing Digital? A resposta é fácil: Os próprios consumidores.

De acordo com um relatórios do Mashable.com, mais de 72% dos consumidores já estão ligados e/ou interagem com as marcas através dos seus vários canais de marketing digital. O estranho é que, apesar destes dados e do facto de que os consumidores e empresários já estarem a migrar para uma estratégia digital, muitas pequenas empresas não atualizam os seus processos e continuam a não entrar nesta nova tendência.

Ao contrário do que muitos destes proprietários de pequenas empresas pensam, o marketing digital não é tão complicado quanto parece. O esforço e investimento valem bem a pena, como já o demonstraram várias empresas! Se tudo isto que disse, ainda não é suficiente para o convencer a entrar de vez na era digital, talvez estes 10 benefícios do marketing digital para pequenas empresas o façam (infógrafia em Inglês):

Top 10 Benefits of Digital Marketing for Small Business [Infographic] - An Infographic from CJG Digital Marketing

Fonte: http://cjgdigitalmarketing.com/

Desenhar estratégias de Marketing Online para PMI’s

Desenhar estratégias de marketing para pequenas empresas dos projetos que mais gosto. No meu primeiro emprego nesta área, eu trabalhava no departamento de marketing de uma pequena empresa antes de passar a uma multinacional onde ainda tenho a sorte de continuar a trabalhar em projetos com pequenas empresas que têm um enorme potencial. Uma das coisas que reparei ao longo do tempo foi que, independentemente da indústria em que se inserem, uma das semelhanças que é recorrente entre todas as PMI’s, é que a maioria das vezes não sabem posicionar a sua empresa ou utilizar a web de forma eficaz. este facto até se pode dever, parcialmente, aos tempos de crise e à escassez recursos que possam ter, mas para mim é também porque para além da construção de um site, as empresas eles não sabem por onde começar para aumentar a sua presença online.

O processo não tem de ser assim tão complexo. Por isso, deixo aqui as etapas preliminares que eu utilizo com os meus clientes.

1. Definir a marca

Algumas empresas com quem trabalhei não tinham uma marca. Isto não quer dizer que eles não tivessem um nome, um site e um logótipo. Mas faltava-lhes o “chavão”.

Por exemplo, o que vem à mente quando pensamos na Apple? Produtos inovadores e bem concebidos, certo? Exato. Grande parte das novas empresas são construídas por um indivíduo que quer trabalhar para si ou porque identificou uma oportunidade para melhorar um produto já existente. O problema é que estes acham que basta construir um site e os clientes virão.

Mas não é assim. É preciso uma marca. Como temos visto ao longo da história, as empresas que têm poder de permanência têm uma marca, algo que os diferencia dos seus concorrentes.

2. Revisão ao conteúdo do site e ao tipo de linguagem utilizada

Embora a maioria das pequenas empresas tenham websites, é necessário que os proprietários percebam que por vezes é necessário “dar um passo atrás, para dar dois à frente”, ou seja, é necessário que revejam o site. Muitas vezes assumimos que os visitantes do site têm um certo nível de conhecimento da empresa ou que conhecem a linguagem mas técnica. Isso nem sempre é verdade. Por exemplo, uma empresa de tecnologia que escreva vagamente sobre os seus serviços e utilize demasiados termos “técnicos” vai confundir o público-alvo.

De forma a não cair no mesmo erro, devemos perceber:

Se o site tem a informação que o meu público alvo procura?
Um site de empresa é inútil se não conter as informações que o seu público-alvo precisa. No mínimo deve incluir o que a empresa faz, informações detalhadas do produto ou serviço, os preços associados aos seus serviços, e informações de contato. De que serve, por exemplo, um site de uma empresas de limpeza lisboa, se não  tiver uma tabela de preços e os serviços que efetua? Só fazem limpezas a privados ou também fazem a empresas? Utilizam os seus próprios produtos ou tenho de os comprar? As dúvidas surgem e se não forem respondidas, o potencial cliente vai passar à próxima empresa e esquecer a que não lhe deu respostas.

Se estou a usar uma linguagem que o meu público-alvo entenda
Muitas vezes, estamos tão à vontade com os termos utilizados na nossa indústria que nos esquecemos que os outros, especialmente os clientes, não os conhecem. Ao fazê-lo vamos perder visitantes e clientes. É então necessário adaptar os conteúdos e torná-los mais acessiveis a alguém “externo” à industria.

3. Desenvolver estratégia de marketing global

Esta é a parte que tende a ser a mais complexa para as pequenas empresas. Com tantos métodos de marketing, pode ser complicado saber o qual a melhor opção para começar. O meu primeiro conselho é, de início, escolher apenas um. É uma jogada inteligente por uma razão muito simples: Se temos uma pequena empresa, o budget também deve ser limitado, por isso nada melhor do que escolher a estratégia que tiver o melhor ROI.

Ok, então vamos lá ver como escolher o que vale a pena:

Publicidade Paga
A publicidade paga, seja anúncios Adwords ou Facebook é a forma mais rápida de chegar ao cliente final. No entanto requer conhecimentos e tempo para otimizar a campanha ao longo do tempo de forma a obter bons resultados.
É uma boa opção para quem não aparece na primeira página do Google nos resultados organicos, ou que não tenha outra forma de levar tráfego ao seu website.

Social Media
As redes sociais podem ser uma maneira realmente eficaz de envolver os consumidores e de dar a conhecer a sua marca. No entanto, eu normalmente só sugiro começar uma estratégia social depois de a empresa ter construído a sua marca e site. Vai precisar de criar conteúdo exclusivo, imagens e promoções a fim de obter uma estratégia de marketing social de sucesso. Muitas vezes é mais fácil começar em outras áreas e construir um catálogo de recursos antes de se lançar no social.

Email
O E-mail marketing não é um método eficaz se o seu objetivo for o de conquistar novos clientes, mas é uma grande oportunidade para as empresas que querem aumentar a fidelidade à marca. Se este é o seu objetivo, certificar-se de seus e-mails contêm informação interessante para quem os recebe.

Marketing para Dentistas: 5 dicas para promover a sua clínica dentária

Onde há clientes há concorrência. E ficar à frente dos seus concorrentes requer uma guerra sem fim para atrair novos clientes e fazer com que voltem para novas consultas. Nenhuma empresa pode fugir deste ciclo, mesmo os dentistas e outros profissionais de saúde e medicina. O processo de atrair e manter clientes baseia-se em três fases: Ser encontrado, Ganhar o cliente e Repetir o processo. Quando em harmonia, estas três fases são o suficiente para fazer o seu negócio prósperar. Esta solução é baseada na (nossa) ideia de que o marketing deve ser simples e eficaz.

Embora cada fase seja diferente na sua abordagem e execução, no cerne do processo de comercialização está sempre um call-to-action, uma maneira de certificar-se de que pode converter potenciais clientes em clientes “pagantes”. O seu call-to-action pode ser qualquer coisa como “primeira consulta gratuita” ou “50% de desconto no primeiro branqueamento dentário”, dependendo sempre do objetivo final desejado. de seguida deixamos algumas dicas sobre como elaborar o seu call-to-action de forma a promover (por exemplo) a sua clinica dentaria lisboa. A ideia é dar-lhe algumas ideias e ajudá-lo a considerar novas abordagens de marketing nas quais ainda não tenha pensado.

1. Defina suas metas: Todas as empresas tem necessidades diferentes. É importante definir ambas as metas de curto e longo prazo para a sua campanha de marketing digital, concentrando-se no que é melhor para o crescimento sustentado do seu negócio. Se está À procura de resultados a curto prazo, poderá considerar promover (por exemplo) um desconto em branqueamento dentário. Por outro lado, se o objetivo é aumentar a sua carteira de clientes com pacientes de longo prazo, poderia oferecer exames dentários e/ou limpezas por um preço baixo com desconto. Como a maioria dos pacientes que trará, será para exames, se eles gostaram do seu serviço, manter-se-ão como clientes, o que o vai ajudar no crescimento sustentado e a longo prazo. Portanto, antes de elaborar o seu call-to-action, pense primeiro no objetivo a atingir.

2. Pense no seu público-alvo: Se estiver a pensar num âmbito geral, o seu público-alvo será qualquer pessoa na sua área de atuação. Mas tente reduzir e focar ainda mais. Começar realmente a compreender quem são os seus potenciais pacientes. Uma maneira de o fazer é perguntando a pacientes atuais o que os levou a escolher a sua clínica. Se tiver uma lista de ex-pacientes, ligue-lhes e tente perceber por que é que desistiram. Terá sido o preço? O serviço ao cliente? A localização? Este processo ajudá-lo-à a perceber melhor as pessoas que pretende trazer à sua clínica, que por sua vez o ajudará a elaborar melhor a sua estratégia de marketing.

3. Esteja presente online: Para além de todos os métodos tradicionais de publicidade onde pode anunciar o seu negócio, como na TV, rádio, jornais e revistas, a proliferação de serviços online e aplicações móveis têm “nivelado” o campo de “batalha”, permitindo às pequenas empresas chegar a muito mais potenciais clientes. Comece por ter o seu site, depois passe para diretórios web e finalmente para os Social Media. Sites como o Facebook e o Google+ são muito mais do que simples redes sociais para conviver e interagir com os amigos. Tornaram-se ferramentas poderosas de negócios que permitem que proprietários de negócios sejam encontrados tanto por clientes atuais como por potenciais clientes. As redes sociais são também uma ótima forma para os seus clientes atuais promoverem o seu negócio por si, através através do boca-a-boca. Use o seu call-to-action para incentivar os clientes a avaliar e compartilhar com os seus amigos.

4. Siga os seus potenciais clientes: Cada vez que entrar em contato com um paciente atual ou potencial é uma hipótese de coletar algumas informações acerca deles, seja um número de telefone ou endereço de email. Seguindo-o e praticando o “re-marketing” é a chave para obter o negócio da repetição, que é o que vai alimentar o seu crescimento a longo prazo. Deve coletar endereços de e-mail e manter uma lista de e-mail para que seja possível enviar aos seus clientes mais leais, ofertas especiais, atualizações de notícias e dicas para os manter interessados. Mesmo que não consiga vender os seus serviços à primeira, redirecionando a sua publicidade para as mesmas pessoas poderá levá-las a adquirir os seus serviços numa outra ocasião.

5. Dar para receber: É preciso dar para receber e a melhor maneira de receber novos pacientes é oferecendo um incentivo. Esse incentivo pode ser qualquer coisa desde um check-up grátis ou um desconto no branqueamento. A vantagem para si é que apesar de fazer apenas um pequeno lucro desta vez, está a trabalhar o cliente para potencialmente lhe dar lucro no longo prazo.

As motivações de uma empresa para inovar

A visão romântica da inovação nas empresas é a de que ela resulta de momentos-chave especialmente criativos e geniais. No entanto, a experiência de indivíduos e organizações que trazem inovações comerciais para a sociedade é a de que estas resultam de um esforço persistente e continuado. A frase de Thomas Edison – “génio é 1% de inspiração e 99% de transpiração” – ilustra bem esta ideia.

Mas o que motiva as empresas a inovar? Porque é que em determinadas empresas a inovação é parte integrante da cultura e noutras se prefere a segurança da rotina dos processos? Estas não são perguntas de resposta fácil. Mas parece que nesta área há um défice profundo na nossa comunidade empresarial.

O discurso público e das instituições do Estado já abraçou o tema da inovação. Ainda bem. Mas há depois uma inconsistência insanável entre a ideia da inovação e a interferência do Estado nesse processo. Diz-se que Faraday, o físico, só conseguiu interessar Gladstone, o primeiro-ministro, na electricidade quando lhe explicou que teria a possibilidade de a tributar em breve.

É por isso que a maioria das inovações empresariais que constam das brochuras e apresentações dos organismos oficiais têm sempre um misto de oportunismo (apoio a projectos que se sabe vão vingar) e inviabilidade (ideias criativas que não passarão o teste do mercado).

Os estímulos públicos reflectem-se nas estatísticas agregadas mas são um motivador fraco da inovação empresarial.
A cultura de inovação tem de residir no topo da empresa. Mas nas grandes empresas tem também de residir na maioria dos quadros que definem a cultura de cada empresa. Nas primeiras, a cultura de inovação pode viver da energia de um líder, mas nas segundas só sobrevive se estiver integrada nos processos de gestão e poder que fazem parte do dia-a-dia empresarial.

A resistência à inovação é também muito forte nas empresas maiores e mais complexas. Por um lado as empresas, e os seus quadros, reconhecem os benefícios de terem uma imagem externa que valorize a inovação, mas por outro não podem arriscar com os produtos e serviços que constituem o seu ganha-pão diário. Acresce que a inovação traz sempre transformação organizacional que, por sua vez, altera a arquitectura de poder e prestígio da empresa. Estes mecanismos são suficientes para expurgar muitas inovações, nomeadamente em empresas em que os sistemas de incentivo e performance não estejam devidamente alinhados com a criação de valor.

Quando a cultura de inovação é muito forte, existe um valor intrínseco associado à participação na criação de novas experiências, novos serviços, como por exemplo, apostar em SEO em Portugal. Porém, nas empresas onde predomina a cultura da imitação (fazer igual aos outros) é por vezes necessário alterar o “status quo”.

Um dos erros mais comuns é criar um departamento com a palavra “inovação” no título. Esta ideia é segregadora da organização. Separa os “inteligentes” que fazem inovação dos “carregadores de piano” que executam as tarefas no dia-a-dia. Claro que os segundos irão ajudar pouco os primeiros e estes nunca são suficientemente hábeis para ouvir o resto da organização.
A criação de uma unidade pode ser necessária, mas é importante que surja como responsável e facilitadora do processo em vez de “dona”. Se a empresa tem uma forte tradição da inovação, a credibilidade da equipa construída com base no sucesso passado é suficiente para garantir respeito organizacional, mas se é uma unidade nova terá de afirmar a sua credibilidade, com sucessos, num processo que será certamente longo no tempo. Os gestores que criam departamentos de inovação devem assim pensar se estão disponíveis para assumir este compromisso plurianual ou se estão apenas a reagir a um artigo giro que leram numa revista de gestão.

As empresas devem evitar dar a coordenação deste processo a quadros que estejam “na prateleira”. Pelo contrário deve encontrar-se alguém enérgico e respeitado na organização que acredite na importância de executar esta tarefa e que tenha alguma empatia e confiança com a gestão de topo da organização.
O sistema tem de ter métricas de performance, nomeadamente em termos produtos trazidos para o mercado. Mas não deve ter o monopólio da inovação que ocorre na empresa, permitindo que sejam adquiridas ao exterior inovações que sejam consistentes com a estratégia empresarial. No fundo não se pretende liquidar o processo informal e descentralizado que gera a maior parte das inovações em qualquer empresa.

O sistema deve tolerar bem erros e fracassos. Uma das principais características das organizações inovadoras é a de que não têm medo de experimentar nem de errar.
A vida das nossas empresas afigura-se muito difícil nos próximos tempos. Mais do que a inovação das brochuras ou “powerpoints” oficiais, a inovação que conta é a que ocorrerá dentro de cada empresa. Será que a sua empresa tem essa cultura?